Anima-Mundi

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A Anima de Guilenor flui pelo Coração.

Anima é a energia viva de todo o universo, fonte da magia existente. É a substância que as Deusas Anciãs utilizaram para alimentar e nutrir seus ovos, perpetuando seu ciclo e, assim, o universo. Se uma Deusa Anciã não consumir uma quantidade necessária de anima, ela se torna deformada, como a Mah em Freneskae. Anima é facilmente manipulável, assumindo a ressonância da área ao redor. Pode ser cuidadosamente moldada para criar feitiços. Magia é, essencialmente, a manipulação de anima. Pequenas quantidades de anima podem ser minimamente moldadas para criar energia cósmica.

Em seres vivos[editar | editar código-fonte]

Em seres vivos, a anima mantém o corpo ativo e vigorante. Ao longo da vida, seres vivos absorvem anima através de comida, ao respirarem e, de forma menos recorrente, pelo ambiente ao seu redor. É possível que algumas espécies sejam ineficientes no que tange a absorção de anima, o que causa infertilidade, como no caso dos Ilujankas. Criaturas vivas também geram anima.

Em mundos onde a anima está desbalanceada, seres conscientes podem vê-la brotar sem querer. Zaros acredita que seres conscientes são capazes de gerar mais anima do que plantas e organismos simples, fato que as Deusas Anciãs desconhecem.

A anima de uma criatura está contida dentro de sua alma, e cada alma cria uma forma ressonante única de anima. A força de uma alma é determinada pelas experiências enfrentadas pelo ser ao longo da vida. Assim, a alma de um herói é mais forte do que a maioria, o que explica como heróis mortos-vivos são mais fortes.

Carência de Anima[editar | editar código-fonte]

Durante suas viagens à Iaia para encontrar a cura da infertilidade dos Ilujankas, Kerapac descobriu que a anima de Iaia era mais pura e filtrada que de qualquer outro mundo. Embora seja um mundo cheio de vida, os ilujankas não são capazes de absorver a Anima de Iaia apropriadamente, o que sugere que mundos com anima mais pura são inadequados para vidas sapientes. Vindicta, um ilujanka nascido e criado em Guilenor, é maior que seu pai, nascido em Iaia, o que se presume ser resultado da Anima de Guilenor.

Vindicta, uma Ilujanka nascida e criada em Guilenor atingiu proporções maiores que o seu pai, nascido em Iaia, provavelmente devido à Anima de Guilenor.

Divindade[editar | editar código-fonte]

Ao absorver uma grande quantidade de anima, é possível para um ser consciente que ascenda à divindade. Para animais, é possível tornar-se um Colosso, estado equivalente à divindade. A divindade garante ao ser uma grandíssima quantidade de poder. Pode, ainda, parar o processo de envelhecimento, removendo a necessidade de manutenção à vida, tornando-o imbatível através de métodos normais. Durante o período dos Colossos, estes aparentavam não exceder a inteligência com que haviam nascido. Contudo, na segunda metade da Primeira Era, o florescer da civilização ressoou com a Anima-Mundi e, os Colossos, que se sustêm com a mesma, absorveram esta ressonância e desenvolveram um nível superior de inteligência.

Mundos fragmentados[editar | editar código-fonte]

Magias de teleporte perfuram o Abismo de forma temporária, o que faz a anima do usuário do feitiço escoar ali. Esses mundos são habitados por criaturas abissais, que absorvem essa anima escoada e são alteradas pela mesma, "roubando" a aparência de criaturas desse mundo. Muito tempo atrás, um templo foi construído ao sul de Lumbridge para proteger o portal ao Abismo. A Bruxa de Anima, uma Cavaleira do Vácuo exilada, quebrou os selos e abriu um caminho para os mundos fragmentados em Guilenor, fazendo com que sua anima escoasse dentre o Abismo. Ao sifonar anima corrompida, ela aumentou demasiadamente seu poder e reverteu seu processo de envelhecimento, rejuvenescendo. Os Cavaleiros Abissais, aliança entre os Cavaleiros do Vácuo e os Cavaleiros do Templo, estão tentando recuperar anima dos mundos fragmentados para que possam fechar os portais que a Bruxa de Anima abriu, assim restaurando a anima de Guilenor.

Anima-Mundi[editar | editar código-fonte]

A Anima-mundi: assim referida pelos gnomos, também conhecida como anima-esfera, ou então RuneScape, é a força vital que existe em todas as coisas. É um subproduto de um ecossistema equilibrado: quanto mais perto da perfeição o mundo estiver, mais forte será a anima-mundi, e como Guilenor é o mundo mais perfeitamente balanceado, é o que contém a maior quantidade de anima-mundi. Ela foi criada pelas Deusas Anciãs, que criaram todos os mundos e planejam usar a anima-mundi de Guilenor para realizar a Grande Revisão. Guthix tentou balancear a anima-mundi em Guilenor para tentar impedir que as Deusas Anciãs acordassem, porém o seu objetivo foi impedido pela Guerra dos Deuses. Além disso, ultimamente, a anima-mundo de Guilenor tem 'sangrado', podendo desaparecer completamente (juntamente com as criaturas a ela conectadas, como o Vorago e as árvores espirituais) se o ecossistema se tornar demasiado desbalanceado.

A anima-mundi é sagrada para os gnomos, já que eles acreditam que ela é a "alma" de todos os seres vivos, mantida e cuidada por Guthix. Eles também acreditam que Seren é o semblante da anima-mundi. A Anima aparenta então ser uma parte integral do mundo em si, sem a qual este não poderia existir. A anima-mundi é essencial para a existência das árvores espirituais, já que elas não só a utilizam como um meio de sobrevivência, como também se comunicam entre si através dela. Se fossem separadas da anima, enfraqueceriam e tornar-se-iam corrompidas, lentamente perdendo a vida até que, eventualmente, morreriam.

Reações da Natureza[editar | editar código-fonte]

A anima-mundi também é conhecida por ter a capacidade de criar criaturas bastante poderosas que assim a protegeriam, como evidencia a existência do Vorago, Solak, Telos e Seiryu, a Serpente Celeste. A anima-mundi existente em Mazcab também criou o fortíssimo Yakamaru.

Vorago, como um dos defensores da anima-mundi, matou Tuska e é um dos participantes do Jogo final de Sliske a fim de reivindicar a Pedra de Jas. Se ele encontra Armadyl dentro do labirinto, ele o critica por ter causado dano à anima-mundi durante sua batalha contra Bandos.

Vorago matando Tuska.

Segundo Temgu, a ilha de Kami-Shima em Wushanko está rodeada por uma barreira de Anima criada pela Anima-Mundi. Diz-se que esta ilha é capaz de se defender, de ganhar vida e de criar criaturas para que o façam.

Kami, uma memória de Guthix que toma forma de sua filha Aagi, acredita ter sido criada pela Anima-Mundi.

As criaturas marítimas de Wushanko parecem ter uma forte conexão com a anima-mundi, já que Kami tem a habilidade de senti-la e a sensação junto às criaturas é similar àquela que sente quando se aproxima de crateras de divinação. Ela é também capaz de sentir as suas emoções. Sensei Lobo-do-mar, quando questionada acerca dos espíritos Kami, sinaliza que vê certa tendência animalesca neles, criando a teoria de que são espíritos errantes de monstros marinhos falecidos. Enquanto que todas as criaturas têm uma quantidade de Anima, as encantadoras do mar também se referem a elas como Kami, sugerindo assim que esta conexão com a Anima-Mundi é especialmente forte nelas.

Gail acreditava que a Anima não permitiria um uso exagerado da Agulha.

Nexos[editar | editar código-fonte]

Nexos são as áreas onde as correntes de anima-mundi concentraram a maior quantidade de anima. Elas variam entre serem permanentes ou efêmeras, móveis ou estáticas. São fontes poderosíssimas de magia. Um nexo permanente existe na ilha de Kami-Shima, onde um grupo de colossos pouco conhecidos no ocidente que formam o grupo de Guardiões de Wushanko advieram. Antes da Primeira Era, quatro dessas criaturas, enquanto exploravam suas identidades e inteligência recém-descobertas, identificaram-se com os mitos dos humanos que viviam por perto.[1]

Nos dias atuais, deuses, magos e seres mágicos impedem o crescimento de nexos enquanto constantemente sifonam energia da Anima-mundi. Na época dos Colossos, antes da Primeira Era, tais forças não existiam. Os nexos ganhavam poder incansavelmente, até que algo extraordinário acontecia: os animais próximos ficavam tão impregnados com anima que eram elevados espontaneamente a algo semelhante aos deuses. Quando os deuses chegaram durante a Primeira Era, lutaram pelo controle dos nexos tão poderosos.

O Coração[editar | editar código-fonte]

O Coração de Guilenor é o foco da Anima-mundi. A anima do planeta flui através dele, logo "bombeada" a outro lugar. É onde Jas reside.

Ameaças[editar | editar código-fonte]

No final da Terceira Era, o Mundo havia sido tão danificado pelas Guerras dos Deuses, que a própria Anima-Mundi chorou, acordando Guthix e levando-o a banir os Deuses Jovens.

O Gnomo Glouphrie é conhecido pelos experimentos que conduzia utilizando Anima-Mundi, dentro da sua cidade escondida, Arposandra. Isto permitiu-o criar grandes quantidades de Pássaros de Terror deformados e Tartarugas deformadas, entre outras coisas.

Aparentemente, interferir com a Anima-Mundi cria grandes quantidades de lixo, como é evidenciado pelo Brejo envenenado, no sul de Isafdar. É lá que Arposandra deposita os resíduos dos seus experimentos, o que, aos poucos, está a destruir mais e mais de Isafdar. A substância em si é muito pegajosa e cheia de componentes químicos explosivos. Isto também fez com que a energia vital da área seja muito fraca, e causando quase a morte a uma árvore espiritual.

Durante Coração de Pedra, Xenia tenta sifonar a Anima-Mundi de Guilenor para longe das Deusas Anciãs, com o intuito de impedir que elas acordassem e consumissem todo o mundo. Contudo, é morta por Ariane antes de conseguir terminar.

O Bandosiano Davosi colheu anima das criaturas marinhas para energizar a sua Arma de Espantalho.

Tuska era uma Deusa Animal que se alimentava com a Anima-Mundi dos mundos para aumentar o seu poder. Quando ameaçou Guilenor, foi morta por Vorago.

Kerapac tentou envenenar a Anima-Mundi com Anima sombria, uma substância tóxica para as Deusas Anciãs.

Anima sombrio, substância tóxica para as Deusas anciãs.

Outros efeitos[editar | editar código-fonte]

A ligação de Hazelmere com a Anima-Mundi deu-lhe o dom de conseguir ver o futuro.

Ver também[editar | editar código-fonte]