Elidinis

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Elidinis
Gênero Feminino
Ideais Fertilidade e Crescimento
Lançamento Sem informação
De missão Não
Cores Amarelo e Cinza
Adjetivo Desconhecido
Símbolo Elidinis símbolo.png
Classe 5

Elidinis é a Deusa Menaphita da fertilidade e crescimento, sendo fortemente associada com o Rio Elid. É também a esposa de Tumeken, mãe de Ichtlarin e Amascut, e é uma das maiores entidades divinas do Panteão Menaphita. Elidinis possui o aspecto animal de um hipopótamo. Ela desempenha um papel fundamental na missão Os Espíritos do Rio Elid.

Ela é descrita por Senliten como "A água que dá vida e acalma". Elidinis é principalmente adorada pelos povos do deserto. O centro de sua adoração é a cidade de Nardah. Em Nardah, há um santuário para Elidinis, fornecido pelo própria deusa a Nardarine, uma refugiada da Guerra dos Deuses que fundou e governa Nardah. Como a maioria dos outros deuses, ela foi obrigada a se retirar após a guerra, por causa dos Editos de Guthix.

História[editar | editar código-fonte]

Apesar de ser uma fundadora da sociedade Kharidiana e a única membro do panteão do deserto que não foi criada direta ou indiretamente por seu marido, muito pouco se sabe sobre Elidinis. As realizações de seu marido pareceram ter ofuscado a sua própria, mesmo que as evidências sugerem que ela era uma deusa adorada e respeitada pelos Menaphitas antes da campanha do deserto Kharidiano.

Segunda Era[editar | editar código-fonte]

Elidinis, como muitos outros deuses na época, chegou a Guilenor no início da Segunda Era. Ela era um dos dois deuses conhecidos que chegou na área Kharidiana, o outro sendo Tumeken. Desconhece-se quem chegou primeiro, no entanto, de acordo com a lenda, os dois deuses se encontraram na margem do rio Elid. Pouco depois, os deuses se casaram ​​e Elidinis teve dois filhos. Estes foram os semideuses Icthlarin e Amascut. A família fundou um império na região, transformando-se nos quatro deuses principais do deserto. Tumeken, depois, criaria os quatro deuses menores do panteão, Het, Crondis, Apmeken e Scabaras, para ajudar a guiar a sociedade menaphita.

Entretanto, o Império Kharidiano seria invadido do norte pelo deus Zaros e os Menaphitas foram conduzidos mais e mais para trás na guerra entre kharidianos e zarosianos. Não se sabe o papel que Elidinis desempenhou na guerra, mas Icthlarin e Amascut, procurando ajuda, viajaram para outros mundos. Eles chegaram a Freneskae e encontraram os Mahjarrat, uma tribo de mortais muito poderosos. Convenceram os Mahjarrat a vir a Guilenor, invertendo a maré da guerra e fazendo os zarosianos recuarem. Contudo, quando a vitória parecia estar certa, houve uma separação entre os Mahjarrat, com a maioria ficando a favor de Zaros. Isso inverteu a maré da guerra mais uma vez, minando o lado kharidiano. Desta vez, o próprio Tumeken interveio diretamente entre os dois exércitos. Ele se explodiu em uma grande bola de fogo. A explosão matou milhares em ambos os lados e transformou grande parte da área Kharidiana em um deserto árido.

Terceira Era[editar | editar código-fonte]

Durante a Guerra dos Deuses, o deserto relativamente não foi afetado por três milênios, em comparação com o resto de Guilenor. Isto pode ter sido devido a uma aliança que Elidinis fez com o deus Saradomin. Entretanto, durante o último milênio da guerra, Zamorak conduziu uma invasão maciça no deserto Kharidiano, que conduziria à destruição de Uzer e Ullek. Pouco depois da destruição de Uzer, uma refugiada chamada Nardarine tentou fugir da luta das forças entre Saradomin e Zamorak, aventurando-se no deserto, sem água. Nardarine gritou para Saradomin por socorro, mas ele não respondeu, e foi Elidinis quem respondeu às suas orações. Ela deu um pouco de água a Nardarine e fez uma pergunta à mulher: "Ela adoraria Elidinis se a deusa a ajudasse?"

Nardarine aceitou e fez um juramento a Elidinis, que então criou uma Estatueta para ela adorar. Nardarine bebeu da água do Elid e Elidinis deu-lhe comida. Para agradecer a Elidinis por sua generosidade, Nardarine construiu uma cidade perto do Elid, que ela nomeou Nardah, em homenagem a si mesma, e qualquer um que quisesse morar ali precisava prestar juramento de lealdade a Elidinis. Após a destruição da região de Forinthry ao norte por Zamorak, Guthix despertou e baniu os deuses de Guilenor. Elidinis foi afetada por isso e foi forçada a sair, embora seus filhos Icthlarin e Amascut pudessem ficar devido à sua falta de poder.

Anos posteriores[editar | editar código-fonte]

Com seu banimento, a influência de Elidinis sobre o deserto diminuiu, sendo superada por seus filhos, assim como os deuses menores do panteão. Seu principal centro de adoração ainda é Nardah. No ano 169 da Quinta Era, a cidade descobriu que já não podia extrair água do rio Elid sem que a água se evaporasse. Eles foram forçados, então, a comprar água de Pollnivneach, custando à cidade grandes custos. Felizmente, um aventureiro descobriu que a causa da calamidade era uma maldição colocada na cidade pelos Espíritos do Elid depois que um sacerdote saradomista profanou a Estatueta de Elidinis. A estatueta foi encontrada e devolvida ao santuário, e a maldição sobre a cidade acabou.

Com a chegada da Sexta Era, Elidinis ainda não retornou a Guilenor.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

  • O símbolo de Elidinis é muito similar ao símbolo de Aquário do Zodíaco.