Hannibus

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HannibusMembros
Hannibus.png
Um antigo Cavaleiro de Dragões.
Raça Ilujanka
Gênero Masculino
Vende Não
De Missão O Último dos Cavaleiros ícone.png O Último dos Cavaleiros A Maldição da Pedra Preta ícone.png A Maldição da Pedra Preta
Localização Livraria de Roberto, o Forte
Hannibus cabeça.png

Hannibus Eterra, o último dos Ilujanka trazido por Zaros para Guilenor. Ele também é o pai de Vindicta e parente distante de Sharrigan.




História[editar | editar código-fonte]

Primórdios[editar | editar código-fonte]

Hannibus chegou em Guilenor, oriundo de seu mundo natal Iaia, durante a Segunda Era, onde ele veio a montar Shakorexis, nome que ele deu ao Dragão Negro Rei. Durante seu tempo de serviço como um Cavaleiro de Dragão, Hannibus se envolveu em uma relação amorosa com Morvannon, resultando em um ovo. Morvannon foi eventualmente morta por Cães Infernais liderados pelas Fúrias Gêmeas. O ovo, porém, sobreviveu, escondido do mundo e que foi cuidado por Gorvek, o dragão de Morvannon. Após a ascenção de Zamorak e a queda de Zaros, Hannibus conseguiu se esconder no covil do Dragão Negro Rei, onde viveu durante alguns anos. Seu desejo era retornar para Iaia a qualquer custo, mas acabou fracassando.

Algum tempo depois, a Mahjarrat Enakhra começou a caçá-lo para dar-lhe de presente ao seu deus, Zamorak, em formato de estátua. Não querendo colocar seu parceiro Shakorexis em perigo, Hannibus o deixa para trás, indo a procura de outro lugar para se esconder, sendo eventualmente capturado por Enakhra. A Mahjarrat, porém, falha em entregar-lo de presente ao seu deus por envolvimento de Roberto, o Forte. Roberto tentou reanimar Hannibus, agora petrificado, porém não obteve sucesso.

O Último dos Cavaleiros[editar | editar código-fonte]

Hannibus sendo reanimado pelo jogador.

Durante o início da Sexta Era, Sr. Mordaut, procurando saber sobre as origens de sua espécie, os dragões, envia um aventureiro atrás da livraria de Roberto, onde ele encontra Hannibus. O aventureiro consegue reanimá-lo, e após uma conversa, o convence de que ele deve retornar ao seu objetivo original; voltar para seu mundo natal. Hannibus estava interessado sobre os dragonkin, porém, e por isso foi ao redor de Guilenor para conversar com diversos dragões, inclusive a Dragoa Negra Rainha. Mesmo sem conseguir uma resposta clara, Hannibus percebeu que talvez seu antigo parceiro pudesse ajudá-lo.

Com a ajuda do Dragão Negro Rei, Hannibus localizou Therragorn, um Dragão branco com a capacidade de viajar entre mundos. Infelizmente, durante a tentativa de viajar de volta para Iaia, uma bola de fogo de origem desconhecida abateu Therragorn, ferindo Hannibus gravemente. Quando o aventureiro que o acompanhava recobrou a consciência, se viu na presença de Kerapac, um dragonkin que o ameaçou, dizendo que se ele não o ajudasse, não salvaria Hannibus. O aventureiro acaba concordando, e no fim Kerapac mantém sua palavra, curando o Ilujanka ferido.

Kerapac diz à Hannibus que talvez ele tenha a capacidade de dar um jeito na incapacidade de reprodução dos Ilujanka, mas que talvez isso leve décadas, sem sequer ser uma garantia. Kerapac diz para isso ele teria de permanecer em Guilenor, mas que manteria-o em estasis, para que não sofresse com a passagem do tempo. Hannibus ficou pensativo, foi então que Therragorn reaparece, trazendo consigo uma decendente de Hannibus, Sharrigan, de seu mundo natal. Sharrigan, revelando ser sua bisneta, tenta convencê-lo de que ele deveria retornar ao seu mundo natal, após tanto tempo, para passar junto dos demais Ilujanka seus momentos finais, pois eles já haviam aceitado seu destino. No fim, Hannibus pergunta ao aventureiro, que acaba decidindo seu destino.

A Maldição da Pedra Preta[editar | editar código-fonte]

Caso Hannibus retorne com Sharrigan, mais tarde Kerapac o encontra e o traz novamente para Guilenor, dizendo que teve progresso em resolver a infertilidade de sua espécie. Kerapac então desaparece, deixando Hannibus sozinho para ver suas antigas anotações no laboratório abandonado.

Ele então acaba se encontrando com o Guardião do Mundo, que estava tentando juntar as partes de um mapa. A dupla sucede em reparar o mapa, que é então reconhecido por Hannibus como um manuscrito contendo escrituras em uma forma rudimentar da linguagem dos dragões. Ele traduz o texto, levando a dupla até a Masmorra dos Dragões de Adamantito, onde a dupla encontra vários deles mortos, com apenas um restante, este louco por causa de muita dor e sofrimento. Hannibus eventualmente consegue acalmá-lo, permitindo que conversassem sobre a perda de seus filhos e netos. Após investigar o local, a dupla outro mapa que os levou novamente para o laboratório de Kerapac.

No laboratório, a dupla conversa com uma Efígie, que os informa sobre as estatuetas dragonkin que foram recentemente colocadas no laboratório. O Guardião do Mundo mexe nelas, conseguindo acioná-las após algumas tentativas, revelando um portal para Kethsi, onde Kerapac estava discursando para outros de sua espécie. Quando estes deixam o local, o Guardião do Mundo se aproxima, mas Kerapac rapidamente o manda embora, dizendo para que vá procurar por respostas no Laboratório Dragonkin, pois naquele momento estava interessado em conversar com Hannibus.

Mais tarde, Hannibus se junta ao concelho formado para combater a ameaça do Embaixador. Sua base estava fortemente protegida por canhões, estes que iriam destruir qualquer base em terra ou em mar. Sendo assim, Hannibus propôs um ataque aéreo dracônico, e assim, ele e o aventureiro vão até seu antigo parceiro, Shakorexis. O Rei, porém, não conseguiu encontrar outros dragões dispostos a ajudar, então a dupla foi conversar com Sr. Mordaut, que ficou em êxtase em ver o Ilujanka. Sr. Mordaut conta para eles que os Ilujanka são considerados heróis pelos dragões devido a habilidade que eles possuem de acalmá-los. Dito isso, Sr. Mordaut não conseguiu localizar outros dragões lúcidos para participar na empreitada, mas sugeriu que conversassem com outro Cavaleiro de Dragões, o que deixou Hannibus confuso. A dupla viajou para o Coração de Guilenor, onde se encontraram com Vindicta. Ela disse ser a única Ilujanka em Guilenor, chamando seus conterrâneos de Iaia um bando de covardes. Vindicta então contou sobre seu passado e parentesco, apontando Hannibus como seu pai. Foi então que ele se apresentou, dizendo quem era na verdade, mas ela negou que eles tivessem quaisquer ligação. Mesmo assim, Vindicta aceita participar do ataque e, secretamente, se sente feliz por montar ao lado do pai.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]