Jhallan

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A Lenda de MuspahRitual do MahjarratFilhos de Mah
Jhallan rejuvenescido cabeça.png

Jhallan é um Mahjarrat Zarosiano descrito como alguém fraco e covarde por outros da mesma espécie. Tendo milhares de anos, Jhallan parece ter tendências pacifistas, embora haja de forma rude e cruel para com os outros. Uma prova disso é ele tentar se rejuvenescer escondendo-se embaixo do local do Ritual Mahjarrat, assim não precisando participar da decisão sobre quem precisaria ser sacrificado. Tal estratégia mostrou-se falha, uma vez que Lucien descobriu-o e matou-o, fazendo Jhallan a vítima do Décimo Oitavo Ritual Mahjarrat.


História[editar | editar código-fonte]

Chegada a Guilenor[editar | editar código-fonte]

Jhallan, como todos os Mahjarrats, veio do mundo de Freneskae, onde o caos está sempre presente, e eles estavam sob constante ameaça da deusa anciã Mah.

Na Segunda Era, Icthlarin, o deus Menaphito dos mortos, junto de sua irmã Amascut, a deusa da destruição, viajaram para Freneskae em tentativa de procurar um exército para dispersar as forças de Zaros, que havia invadido suas terras. Prometeram mais grandes batalhas e esportes se estes se tornassem seu seguidor. Embora Azzanadra e Temekel tenham brigado a respeito, Jhallan e o resto dos Mahjarrat aceitaram a proposta, sendo Kharsai o mais entusiasmado com a decisão de deixar Freneskae, uma vez que Gielinor era um lugar muito mais agradável.

Após a morte de Salisard e sacrifício de Abrogal, os Mahjarrat seguieram para Gielinor, junto dos dois deuses do Panteão Menaphita.

Sob o serviço de Zaros[editar | editar código-fonte]

Depois de algum tempo servindo Ichtlarin, Sliske, após brigar com Ichtlarin, se aproximou dos aliados de Zaros e articulou uma traição para que os Mahjarrat se unisse ma Zaros, convencendo-os de que seus poderes estavam sendo desperdiçados. Zaros prometeu aos Mahjarrats mais batalhas se eles se juntassem à Zaros. Jhallan e o resto dos Mahjarrats aceitaram e se tornaram uma peça de muito valor no exército Zarosiano.

Jhallan conversando com seus amigo Kharsai, durante a missão Filhos de Mah.

Quando Tumeken, pai de Amascut e Icthlarin, descobriu a respeito da traição, ele canalizou energia para gerar uma enorme explosão, sacrificando a si mesmo, que erradicaria as forças Zarosianas. Dos mais de 500 Mahjarrat presentes, menos de 50 sobreviveram à explosão, e graças a Azzanadra, que rapidamente criou uma barreira mágica que protegeu os poucos Mahjarrat presentes, incluindo Jhallan, que alguns anos depois recebeu o título de Pontifex, dado por Zaros aos seus mais capacitados aliados, que significa Líder da Igreja.

Traição de Zamorak[editar | editar código-fonte]

Eventualmente, alguns Mahjarrats se cansaram de Zaros, assim como se cansaram de Icthlarin, e resolveram aliar-se a um Mahjarrat chamado Zamorak, que de alguma maneira, havia conseguido a Pedra de Jas e o Cajado de Armadyl.

Jhallan estava presente quando Zamorak, junto dos traidores, cravou o cajado nas costas de Zaros, sugando toda sua energia e elevando Zamorak a um deus, abandonando o corpo sem vida de Zaros. Depois do evento, Saradomin confiscou a Pedra de Jas, e Armadyl confiscou o Cajado de Armadyl.

Embora muitos tenham se unido ao novo deus, Jhallan foi um dos poucos Mahjarrats a permanecerem leais à Zaros depois da traição de Zamorak.

A Guerra dos Deuses[editar | editar código-fonte]

Eventualmente, Zamorak voltou a Gielinor depois de ir ao Infernus cumprir sua parte do trato, agora, como um deus e mais poderoso do que nunca. Zamorak, enfurecido pela perda da Pedra de Jas, atacou os outros deuses na esperança de consegui-la de volta, iniciando a Guerra dos Deuses.

Jhallan e outros zarosianos sofreram perseguição, num esforço de Zamorak e Saradomin para apagar todos os traços de Zaros, e fazê-lo com que seja completamente esquecido. Não se sabe o que Jhallan fez na guerra, mas a maioria dos zarosianos tiveram de se esconder, foram mortos, ou acabaram sendo capturados.

Independentemente do que Jhallan tenha feito, a quantidade de violência à qual ele foi exposto na guerra o traumatizou de alguma forma, fazendo com que ele tivesse medo de batalhas, e evitasse isso a todo custo.

Esquivando-se dos Rituais[editar | editar código-fonte]

Após o fim da Guerra dos Deuses, o medo de Jhallan o tornou cada vez mais fraco, devido à sua distância dos rituais, tornando-o um desprezo para os outros Mahjarrats, reafirmado pelas Anotações (a-j) de Zemouregal, onde ele diz que Jhallan nem devia ser ao menos chamado de Mahjarrat. Devido à isso, Jhallan, um Mahjarrat fraco, descartável e sem aliados, torna-se um excelente alvo para ritual.

Uma vez que caso ele continuasse a se esquivar dos rituais, ele ficaria sem forças até eventualmente morrer, ou seria capturado para o próximo ritual, Jhallan decide se esconder perto o suficiente do local do ritual para ser rejuvenescido, mas sem efetivamente participar da decisão, de maneira semelhante à tentativa falha de Lamistard.

Tendo conhecimento do erro de Lamistard, Jhallan decide se esconder numa caverna natural abaixo do ritual e se trancar num bloco de gelo, onde hibernaria. Ele ficou tantos anos hibernando que teve um pesadelo, o que o transformou sua aparência na de Muspah, uma criatura do pesadelo, já que mahjarrat têm características de metamorfos. Essa transformação custou muita energia, deixando-o mais fraco do que nunca.

Descoberta[editar | editar código-fonte]

Arquivo:A Lenda de Muspah.png
Jhallan, na forma de Muspah, após ser libertado pelo aventureiro.

Essa parte da história se passa durante a missão x25px A Lenda de Muspah

Jhallan foi eventualmente descoberto por um aventureiro junto de Eljorf, uma criança Fremennik que estava fazendo Os Desafios de Fremennik, enquanto exploravam uma caverna congelada. Eles o encontraram na forma de Muspah, e acreditando ser um monstro congelado, concluíram que aquilo daria uma bela vítima.

O aventureiro então segue para investigar a criatura, e a descreve para um historiador, que o explica se tratar de uma lenda a respeito de um monstro místico, e havia uma estátua deste no deserto. Então, o aventureiro vai ao Deserto Kharidiano, na intenção de aprender mais sobre a criatura. Ao escavar a estátua, o Mahjarrat Zarosiano Wahisietel, disfarçado de Ali, o Sábio, se dirige ao aventureiro, e afirma estar estudando os Muspahs. O aventureiro então, conta o acontecido, e 'Ali' o ensina um feitiço de descongelamento.

Voltando à caverna congelada, o aventureiro e Eljorf descongelam o Muspah, usando o feitiço ensinado por Ali. Quando a criatura demonstra estar viva, Eljorf se esconde na caverna seguinte, deixando o aventureiro sozinho com o Jhallan, na aparência de Muspah. O aventureiro, assustado, faz perguntas ao Mahjarrat, que são respondidas rudemente, provavelmente devido ao seu estado de fraqueza. Quando recobra sua memória, Jhallan explica ao aventureiro que havia se transformado naquela criatura devido a um pesadelo, e volta à sua verdadeira forma, de um Mahjarrat.

Jhallan então, pede ao aventureiro para que encontre um lugar mais escondido e seguro, perto do ritual. O aventureiro o guia até uma caverna a norte, onde eles começam a refazer o feitiço de congelamento, porém, para evitar o risco de ser incomodado novamente por Eljorf, Jhallan utiliza de suas últimas forças para fazer um rabo de Muspah, que o garoto entregaria para terminar seus desafios. Jhallan enfim é congelado.

Morte no Décimo Oitavo Ritual de Rejuvenescimento[editar | editar código-fonte]

Essa parte da história se passa durante a missão Ritual do Mahjarrat ícone.png Ritual do Mahjarrat


Com o décimo oitavo ritual se aproximando cada vez mais, os Mahjarrats começam a se articular para norte, logo acima da caverna onde Jhallan está escondido.

Chegado o Ritual, Lucien, um Mahjarrat Zamorakiano, sob posse de 2 artefatos anciãos, começa a oprimir o Mahjarrat Zarosianos Wahisietel, porém, ele tem a ajuda do aventureiro, junto dos Cavaleiros do Templo e os Guardiões de Armadyl. Após algumas batalhas, o resto dos Mahjarrats Zarosianos Azzanadra, Akthanakos e Sliske, ao mesmo tempo dos Zamorakianos Zemouregal, Khazard e Enakhra. Eles começam a travar batalhas tanto verbais quanto físicas, e Zemouregal convoca exércitos de zumbis, enquanto Sliske convoca os irmãos das Catacumbas, Wahisietel contém o poder de Lucien, e os humanos derrotam as criaturas convocadas por Zemouregal, e os monstros de gelo de Lucien.

Jhallan ajoelhado, momentos antes de ser sacrificado por Lucien.

Após muita confusão, Lucien de alguma forma, puxa Jhallan debaixo da terra e decide sacrificá-lo. Embora Jhallan seja Zarosiano, os outros Mahjarrats da facção não se importam nem um pouco com e concordam, exceto por Wahisietel, que reafirma que Lucien deveria ser sacrificado por ser uma ameaça aos outros Mahjarrats, e então, outra batalha é travada entre todos presentes, enquanto Jhallan fica se contorcendo, incapaz até de falar.

Após o término de algumas batalhas, Lucien finalmente resolve sacrificar Jhallan, e o assassina. O corpo do Mahjarrat morto some num feixe de luz, enquanto os outros presentes são rejuvenescidos, completando o Ritual de Rejuvenescimento.

Relacionamentos[editar | editar código-fonte]

Kharshai[editar | editar código-fonte]

Kharshai

Kharshai era um dos poucos amigos de Jhallan, e revelado em Filhos de Mah ícone.png Filhos de Mah, era o único Mahjarrat com quem Jhallan não era rabugento e tratava de maneira dócil. Jhallan revela que o motivo por trás de ser rude para com os outros Mahjarrats é o fato de eles estarem sempre fazendo politicagem e pensando em conflitos, demonstrando compartilhar fortemente do pensamento de Kharshai.


Zemouregal[editar | editar código-fonte]

Zemouregal

Zemouregal sempre admirou o poder, algo que Jhallan não tinha, e por esse motivo, sempre o desprezou e o considerou covarde, sentimento que ficou cada vez mais evidente após Jhallan faltar múltiplos rituais, revelado em suas Anotações (a-j).


Wahisietel[editar | editar código-fonte]

Wahisietel

Wahisietel, como um aliado Zarosiano, respeitava Jhallan, embora o considerasse fraco. Foi o único Mahjarrat, até mesmo entre os zarosianos, a se opôr ao sacrifício de Jhallan no Décimo oitavo Ritual.


Azzanadra[editar | editar código-fonte]

Azzanadra

Azzanadra considerava Jhallan um aliado, e durante a Segunda e Quarta Era manteve uma relação amigável com ele, porém sua lealdade cega à Zaros o impediu de se opôr à morte do mahjarrat no Décimo oitavo Ritual.


Lucien[editar | editar código-fonte]

Lucien

Lucien, como um mahjarrat zamorakiano que idealizava o poder, desprezava Jhallan profundamente, sendo seu inimigo. No Décimo oitavo Ritual, Lucien sacrifica Jhallan, pois ele era considerado o mais 'irrelevante' dos Mahjarrats no momento.