Lord Iban

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Lord Iban (pronuncia-se /Iba:n/ih-BAHN) foi um cavaleiro Kinshra formado e auto-proclamado filho de Zamorak. Ele foi morto em batalha, mas ressuscitado pela bruxa conhecida como Kardia, de onde em diante governou sobre Passagem Subterrânea até que finalmente foi morto na missão homônima pelo jogador.

História[editar | editar código-fonte]

Serviço a Kinshra[editar | editar código-fonte]

Pouco é conhecido sobre a juventude de Iban, a fora ser um bem educado nobre e apreciador das mais finas coisas na vida. Ele, em algum ponto, se juntou a Kinshra, um cavaleiro Zamorakiano ordenado a operar em Asgarnia, e foi treinado pelo Daquarius Rennard, o próprio Lord de Kinshra nesse tempo. Um habilidoso espadachin, ele foi um dos seus mais valiosos cavaleiros, sendo dito ter pessoalmente matado centenas de cavaleiros brancos.

Iban foi muito ambicioso, tendo formado grandes planos. Um livro chamado A Era de Iban descreve ele da seguinte forma:

"Essa fome por mais ia muito além do reino de meros mortais, para os lugares sombrios da escuridão e do mal. A ambição de Iban era quase divina em sua insaciabilidade, mas aí estava a essência da sua escuridão: seu desejo mais fundamental era controlar os corações e mentes de seus semelhantes, para levá-los além dos limites da mera fidelidade, e corrompê-los em uma força do mal. Toda uma legião destes seres sem alma, suas mentes dementes do poder absoluto da escuridão que canalizou [sic] através deles.... Zombies, vazios de emoções, sem sentimentos ou desejos, servos de seu mestre até a morte... "

Sua ambição, no entanto, não veio a servi-lo em sua última batalha. Em algum ponto, os Cavaleiros Brancos lançaram um ataque, com a intenção de capturar Iban vivo, percebendo o tamanho da sua ameaça. Liderado pelo Sir Amik Varze, eles exigiram que ele se entregasse. Iban se recusou a render-se e o confinante Sir Amik procedeu com uma ordem de investida, começando uma batalha que seria conhecida como A Ascensão do Alvorecer. A despeito de seu valor, Iban conseguiu matar numerosos oponentes naquele dia. É provável que ele tivesse vencido o exército inteiro, se não fosse por um cavaleiro de nome Sir Owen Sonde. Sir Owen não suportava ver seus irmãos cairem em batalha e, assim, ignorando o seu comandante e código de cavalaria dos cavaleiros brancos ", ele fugiu do campo de batalha e procurou um ponto de vantagem no topo de uma colina. Lá, Sir Owen tirou seu arco, com o objetivo de acertar Iban e disparou uma flecha, que perfurou o crânio do cavaleiro escuro, matando-o com o impacto.

Governante da passagem subterrânea[editar | editar código-fonte]

Iban's tomb.png

"Eu sou o grande Iban, Eu não posso morrer"

Logo depois uma bruxa má de coração sombrio conhecida como Kardia encontrou o corpo sem vida de Iban e decidiu ressuscita-lo, para que então ele pudesse completar o seu desejo de liderar um exército de mortos-vivos. Para fazer isso, ela seguiu com um ritual que iria torna-la capaz de reviver o cavaleiro caído. Primeiro, ela tomou alguns pedaços de carne do seu corpo e mesclou em uma boneca que tinha sua semelhança. Ela precisou do sangue de Iban em seguida, mas seu sangue já tinha se esvaído do seu corpo então Kardia viajou à Passagem subterrânea - um enorme e perigoso sistema de cavernas seguindo por de baixo das Montanhas Galarpos e conectando-se à floresta de Isafdar ao Oeste Ardougne. Lá, ela encontrou uma colônia de gigantes aranhas amarelas lideradas por Kalrag, conhecido por devorar humanos. Ela matou uma dessas aranhas e usou seu sangue na boneca de Iban.

Para a essência da vida em si, Kardia cumpriu o sombrio ritual ancião de Incantia, o qual por pouco não a matou. Ela recuperou-se, no entanto, e encontrou três demônios, Holthion, Doomion e Othainian, focalizou sua energia na boneca e percebeu que ela tinha ligado eles a ele para sempre como guardiões da sombra de Iban. Para a parte final ela precisava prover Iban com uma consciência para preveni-lo de se tornar um zumbi estúpido. Em suas próprias palavras: "Trancanda dentro de uma velha jaula de madeira sentada uma bela pomba branca. Um simbolo de paz, liberdade, e esperança, mas também alheio à escuridão do mundo, como uma criança recém nascida. Tomando a pomba comigo, eu embalei a coisa em meus braços, acariciando suas penas felpudas e macias. Eu olhei em seus olhos de pássaro, e gentilmente compartilhei um beijo sobre sua frágil cabeça, eu então estrangulei o pássaro, tomando sua vida entre meus dedos calosos. Verdadeiramente esse pássaro iria ser a consciência de Iban: inocência corrompida pelo mal..." Assim, Iban foi ressuscitado no ano de 168 e assumiu residência em seu próprio templo na Passagem Subterrânea, o ritual seria a única coisa que poderia bani-lo.

Templo de Iban.png

Iban proclamou a si mesmo como filho de Zamorak e transformou a passagem em um reino de terror. Ele logo ganhou fama como um "louco lunático", de acordo com o Rei Lathas, que fez a passagem impossível de atravessar: o Poço de Viagem, o qual iria normalmente transportar alguém a Isafdar, tinha sido corrompido por Iban, tendo se tornado o Poço do Condenado, um portão direto ao reino onde Zamorak tinha sido banido depois da Guerra dos Deuses de Gielinorian. De acordo com Gwir o elfo escriba, Iban é conhecido mesmo entre os elfos, que não ousam entrar nas Passagens Subterrâneas, seguindo as percas que eles tinha sofrido lá em tempos antigos.

Em certo ponto, ele ganhou alguns seguidores, que adoravam Iban como seu discípulo em um culto a maneira. Iban vagarosamente tomou as mentes de cada um que entrou na passagem, sussurrando a eles com misteriosas vozes. Essas vozes iriam corromper todos que eram bravos, ou tolos, o suficiente para entrar nos domínios de Iban, um exemplo muito notável foi o do famoso aventureiro Randas. Iban trancaria suas vítimas em gaiolas até suas mentes sucumbirem totalmente ao seu reinado. Então, eles se juntariam ao seu exército de sem almas, com nenhum traço de qualquer humanidade. Adicionalmente, existem muitos aranhas benditas, tal como a que Kardia tinha matado, nas passagem que são descritas como mascotes de Iban.