O Embaixador

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O Embaixador cabeça.png

Kranon, o Embaixador é um Dragonkin deturpado, causador da corrupção encontrada nas Masmorras de Elite. Com um tipo de pedra preta usada para corromper, ele conseguiu influenciar muitos grupos em Guilenor a ajudá-lo a realizar o ritual que evocaria Xau-Tak. Ele é o chefe final da terceira masmorra de elite, O Recife das Sombras.

História[editar | editar código-fonte]

Chega em Guilenor[editar | editar código-fonte]

Kranon era um Dragonkin Syrtes, mais tarde conhecido como Necrosyrtes. Ele era um sacerdote e poeta que era obcecado com uma história antiga que ouviu de sua vó sobre um seixo preto, a história da Grande Revisão.

Assim como os outros Draonkins, ele escapou da destruição das Deusas Anciãs se escondendo nas profundezas do Abismo, onde ele e o resto de sua família se estabeleceram em Guilenor. Kranon desempenhou várias funções antes de ser transferido para a mística Skeka, uma Aughra. Ele revisou as notas de Skeka sobre seus experimentos com a fauna local, da qual ele foi encarregado com a tarefa de avaliar e ensinar os novos Dragonkin colonos.

Após a morte de Veranus, Kranon compôs um poema em sua honra, o que confortou Skeka. Com o tempo, Kranon notou que as descobertas de Skeka estavam permitindo que ele tivesse uma boa qualidade de vida, mas ela estava agindo de forma suspeita. Ele reportou ao seu Ancião, que o orientou a ficar de olho nela, e foi o que fez. Kranon colocou um dispositivo de gravação no pilão do posto avançado que ativaria quando a Skeka o usasse. Ele não gostava de ter que trair sua confiança, mas havia sido uma ordem de seu ancião. Ainda sim ele declarou que se ela descobrisse, ele iria conversar com ele sobre isso primeiro.

A intromissão de Kerapac com a anima de Guilenor em uma tentativa de aumentar o poder dos Dragonkin com seu dispositivo fez com que as Deusas Anciãs aparecessem e destruíssem suas cidades como resposta, antes que Jas os prendessem em sua Pedra. Kranon eventualmente descobriu a verdade e repreendeu Kerapac por suas ações, afirmando que a ideia dos Syrtes era superior ao dos Dactyls. Ele então lembrou as pesquisas de Skeka e percebeu que poderia haver outros seres iguais ou superiores as Deusas Anciãs, acreditando que se implorasse para elas, a maldição que Jas colocou em você seria removida.

O ritual[editar | editar código-fonte]

Buscando uma maneira de livrar os Dragonkin de sua maldição, Kranon lembrou da história que tinha ouvido: Um personagem na história teve a chance de obter um seixo preto, e foi o que fez, depois disso nunca mais foi falado sobre ele na história. Kranon interpretou que que esse seixo preto significava liberdade. Ele estudou diversas histórias similares e eventualmente chegou a conclusão de que um certo ritual, cujo detalhes ele encontraria dentro da história, salvaria os Dragonkin. Muitos dos companheiros Dragonkin de Kranon, incluindo Kerapac, ridicularizaram a ideia, o comparando a um sacerdote idoso obcecado com histórias e pedras. Ao invés disso eles optaram pela ciência e experimentos para encontrar uma solução. Porém, devido ao desespero do Conselho Dragonkin e como o ritual aparentemente não precisaria de qualquer experimento antiético, Kranon conseguiu apoio o suficiente dos outros Dragonkin para executar o ritual. Ele viajou para Ulthven Kreath com Teraket, um antigo amigo, e outros Dragonkin para concluir o ritual.

No entanto, o ritual teve o efeito oposto, e o templo afundou no mar; todos os participantes tiveram suas mortes presumida. Kranon foi o único sobrevivente, ele encontrou uma entidade misteriosa que o deturpou e removou a ligação com a Pedra de Jas. Após a entidade ter aberto o peito de Kranon, ele removeu o próprio coração e pulmões, sabendo que não precisaria mais deles, antes de colocar uma porção do poder da entidade em sua própria alma. Depois de retornar a Guilenor, Kranon resolveu evocar a entidade e soltá-la no mundo preparando o mesmo ritual novamente, agora já com o conhecimento para fazer de forma correta. Ele também reviveu Traket, o ensinando necromancia.

Recrutando aliados[editar | editar código-fonte]

Procurando por aliados para se juntarem a sua causa, Kranon conseguiu formar uma aliança com Masuta, o Ascendente, depois de manipular Lady Himiko com uma visão que ela acreditou ser real devido as crenças dos Acólitos de Seiryu. O membro antigo da seita conteve Seiryu, a Serpente Celeste e o submeteu a corrupção da pedra preta. Séculos depois, Seiryu seria libertado por um aventureiro que recebeu a missão de Bryll Thoksdottir de investigar o templo.

Em algum ponto, ele ficou sabendo sobre Zaros e seu controle do sangue e das sombras. Porém Kranon não acreditou que Zaros fosse uma ameaça, acreditando que Xau-Tak fosse mais poderoso.

O rompimento causado por Kranon durante e depois do ritual fez com que ele fosse odiado pelos Dactyl, que tentaram criar um dragão para selar ou destruí-lo usando o mesmo material da pedra preta em sua criação. Kranon não teve participação nos acontecimentos do Laboratório dos Dragonkin

Pouco tempo depois disso, ele conheceu Oreb, que se especializava em conseguir almas. Kranon prometeu restaurar a posição de Oreb em Teragar se ele o provesse com mais almas, o até então Magistrado concordou pois poucos conheciam seu passado, e o aparente preço baixo da promessa. A alma de Kranon chamou muito a atenção de Oreb, devido as suas características únicas que ele nunca tinha visto.

Kranon também encontrou o Tribunal Obsidiano, que enviou três agentes para ajudá-lo com o ritual. Kranon não confiou no Tribunal, acreditando que eles tinham segundas intenções, mas ainda sim ele decidiu que eles eram úteis o suficiente e continuou trabalhando com eles. Ele também fez alianças instáveis com Yor'ger, o Enganador, líder de um grupo de demônios que queriam obter o poder de Xau-Tak e reconquistar o Infernus, e Quetzathog, o líder de um grupo de Mwanu que desejavam reconquistar Jermyn, sua terra natal.

A queda[editar | editar código-fonte]

A história a seguir acontece durante A Maldição da Pedra Preta ícone.png A Maldição da Pedra Preta.

Eventualmente os planos de Kranon deram frutos, com inúmeros aliados que se reuniram no Ulthven Kreath; Oreb, os Acólitos de Seiryu, e seus outros seguidores. Bryll, que tinha uma rede de informantes orientando que ela tomasse cuidado pois o mundo estava em perigo, com isso ela deu a missão de parar essa ameaça ao Guardião do Mundo. Depois que o Guardião do Mundo derrotou o Dragão de Pedra Preta, Kranon confrontou a Madame Shih em seu esconderijo em Goshima, que se recusou a se juntar a ele depois de testemunhar as histórias horríveis de Rabid Jack. Kranon acreditou que ela se recusou a apoiá-lo por conta dos aliados dela, e matou todos eles com uma explosão de energia enorme; a destreza que Madame Shih tinha com magia protegeu ela e o Guardião do Mundo do ataque. Madame Shih tentou confrontar Kranon sozinha, mas foi capturada e sujeitada a mais horrores.

Durante esse tempo, o Guardião do Mundo recrutou mais aliados para se opor a Kranon. O Embaixador juntou diversos canhões, além dos aliados que ele havia conseguido - Crústeos, os Acólitos de Seiryu, House Charron, Mwanu, demônios Kal'gerianos e diversos mortos-vivos que Taraket e outros necromantes evocaram. Oreb avisou Kranon que o Guardião do Mundo tentaria intervir em breve; em resposta Kranon evocou um Leviatã, o abençoou com o poder de Xau-Tak e Taraket evocou um exército de mortos-vivos para defender o Recife das Sombras. Os canhões foram rapidamente destruídos pelos Cavaleiros de Dragões Hannibus e Vindicta, permitindo que o Guardião do Mundo entrasse no mar. Quando eles confrontaram o Leviatã, Kranon apareceu brevemente, os provocando antes de ir para o local do ritual.

Apesar dos esforços de seus aliados, eles foram todos exterminados pelo Guardião do Mundo que o confrontou no local do ritual. Eles tiveram uma batalha onde Kranon usou os poderes condidos por Xau-Tak, incluindo a corrupção rocha, buracos negro explosivo, feixe de luz e explosões imensas. Ele evocou diversos Guardiões Ritualísticos Crústeos para ajudá-lo. Nesse momento Seiryu chegou, curando o Guardião do Mundo e destruindo os Crústeos. Kranon acusou Seiryu de fugir de seu verdadeiro destino e proteger um mundo medíocre. Em resposta, Kranon libertou diversas Mãos Pretas e nocauteou Seiryu com uma imensa explosão de energia antes de voltar sua atenção para o Guardião do Mundo e seus aliados. Ele tentou se curar sugando o poder das Mãos, mas apesar de seus esforços, ele foi derrotado. Em seu último suspiro, o Embaixador falou para o Guardião do Mundo e seus aliados que sua morte significaria pouco, e que a chegada de Xau-Tak era inevitável.

Objetos largados[editar | editar código-fonte]

Além dos ossos, um objeto principal e um objeto secundário é largado depois que O Embaixador é derrotado. O tamanho do time quando a luta começa afeta a quantidade de objetos comuns e a raridade das peças da balestra.

100%[editar | editar código-fonte]

  1. A quantidade largada no Modo História é reduzido para 500.

Principais[editar | editar código-fonte]

  1. 1,0 1,1 1,2 A taxa de queda é 1/55 (encontro individual), 1/167 (encontro em dupla), ou 1/266 (encontro em trio). A primeira parte é largada de forma aleatória, e a próxima é garantida de vir uma das outras duas peças. Peças duplicadas não contam, então se um jogador obter duas coronhas, ele só vai obter outra depois de conseguir o limbo e o macanismo.
  2. A taxa de queda é 1/300 (encontro individual), 1/1000 (encontro em dupla), ou 1/1500 (encontro em trio), com um limiar de 60 para encontro individual, 200 para encontro em dupla e 300 para encontro em trio (número de abates combinados entre individual e em grupo). Exemplo: Se um jogador tiver 101 em grupo e 144 individual (245 combinado), isso daria 4 limiares para individual, 1 limiar para dupla, e 0 limiar para trio.

Outros[editar | editar código-fonte]

Outros[editar | editar código-fonte]

  1. 1,0 1,1 O jogador precisa ter completado o Templo de Aminishi, em seguida o Laboratório dos Dragonkin e finalmente o Recife das Sombras nessa ordem para receber um baú de elite. Todas as Masmorras de Elite precisam ser completadas no Modo Normal, mas não importa se foi completada em um encontro individual ou em grupo. Há uma chance de 1/15 de receber um Ultra baú de elite.

Além disso, os jogadores receberão um item genérico do Recife das Sombas.

Conquistas[editar | editar código-fonte]


Galeria[editar | editar código-fonte]

Histórico de atualizações[editar | editar código-fonte]

O projeto do histórico de atualizações é um trabalho em andamento. Para mais informações clique aqui.
correção 20 de maio de 2020 (Atualização):
  • Os chefes da Masmorra da Guerra dos Deuses 2 e das Masmorras de Elite agora dão mais Pontos de Ceifador e EXP Extermínio ao serem abatidos no modo desafio/difícil.
    correção 15 de abril de 2019 (Atualização):
  • Foi melhorado o valor do saque base de todos os chefes dentro do Recife das Sombras, especialmente do Embaixador.
    correção 8 de abril de 2019 (Atualização):
  • As mensagens de provocação do Embaixador não se sobrepõem mais às falas em sua última fase, deixando mais claro quem é o alvo do seu ataque de portal.
  • Os buracos negros instáveis não aparecerão mais sob o Embaixador.
    correção 11 de março de 2019 (Atualização):
  • O local da barreira no encontro com o Embaixador agora está mais explícito.
    hotfix 4 de março de 2019 (Atualização):
  • A tabela de objetos largados do embaixador foi melhorada levemente O texto apresentado foi lançado no site do RuneScape antes de 2009, ano de lançamento do site em Português do Brasil, então uma tradução oficial não existe. A tradução dele foi feita livremente.
    atualização 25 de fevereiro de 2019 (Atualização):
  • Adicionado ao jogo

  • Curiosidades[editar | editar código-fonte]

    • Assim como o próprio Xau-Tak, a aparência do Embaixador é inspirada fortemente nas obras de H. P. Lovecraft.
    • O conceito do Embaixador como um Boss foi mencionado no RuneFest 2016. Ele foi inicialmente descrito como um encontro individual, mas seguindo os comentários dos jogadores a Jagex considerou grupos de até 5 jogadores. Como o chefe final do Recife das Sombras, ele acabou mantendo o grupo de 1-3 jogadores.
    • Poucos dias depois do lançamento, o feixe de energia de Kranon foi alterado para que fosse usado como o próximo ataque de Kranon quando ele chegasse a 650,000 pontos de vida em respostar aos jogadores que conseguiam pular o ataque com dano o suficiente. Alguns dias depois dessa mudança, o tempo recorde dos jogadores foi removido. Porém a mecanica ainda pode ser pulada caso ele chegue a 550,000 pontos de vida antes que consiga iniciar o ataque.
    • O Embaixador é dublado por Mod Orion.