Transcrição de Carta assinada por "Pontifex Madromurt"

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Este pergaminho antigo devia ter milhares de anos. Aparentemente ele nunca foi lido pelo seu destinatário.
-Celia

Vossa Santidade,

Escrevo novamente para registrar formalmente minha objeção contra a nomeação da Pretoriana Trindine para a minha diocese.
Não se trata de uma questão de capacidade. Trindine é, sem sombra de dúvidas, a pessoa mais capacitada com quem já trabalhei. Ela é forte, ágil e proficiente nos saberes mágicos. O seu dote em mágica ilusionista é tal que, até o momento, eu sou o único entre cleros e leigos que conseguiu descobrir que ela é uma Mahjarrat, e não uma humana.
Contudo, a sua função de agente da polícia secreta faz com que ela seja uma fonte constante de intimidação e interferência. O clero receia questionar suas decisões com medo de possíveis reprimendas. Ela se intromete em afazeres da igreja e atrapalha nossos processos.
Qual é o propósito dessa supervisão? Nossa diocese tem demonstrado plena eficiência, com a cobrança regular de taxas e a satisfação - ou pelo menos a obediência - constante da população. Não fizemos nada que pudesse ter suscitado a suspeita responsável pela escalação de uma supervisora no nosso núcleo.
Não pretendo especular sobre assuntos que ultrapassam a minha posição, mas aquilo que ouvi de Sliske, o mestre de Trindine, sugere que essa seja uma atitude endêmica dentro da Guarda Pretoriana.
Embora estejamos agora separados pela burocracia e a hierarquia eclesiásticas, costumávamos ser amigos em Freneskae, ou pelo menos compatriotas. No espírito dessa camaradagem, apelo para que você trate esse assunto com seriedade. Restam poucas ameaças graves dentro dos limites do império, mas isso não faz com que essas ameaças sejam menos perigosas. Atenciosamente,
Pontifex Madromurt