Transcrição de Diplomacia Umbral

De RuneScape Wiki
Ir para: navegação, pesquisa

Diplomacia Umbral: parte 1[editar | editar código-fonte]

Notas finais 1[editar | editar código-fonte]

O ritual está preparado. Encontrei as palavras nos textos antigos, e decifrei os símbolos e o ritmo. É muito bonita mesmo a música. Apenas notas, cantadas juntas em uma estranha harmonia. Só de pensar que uma canção tão bela poderia penetrar no paraíso e nos trazer a salvação...

Há algo por trás das pedras, da pedrinha das histórias antigas - uma grande inteligência cheia de compaixão e piedade infinitas. Enquanto lia e estudava, podia senti-la tocando o meu espírito, guiando-me até este momento. Ela quer que eu seja livre. Quer que todos nó sejamos livres.

Notas finais 2[editar | editar código-fonte]

Kerapac se opõe, é claro, assim com alguns dos membros restantes do conselho. Mas já perdemos gente demais para brigarmos entre nós. Quanto mais esperamos, mais perdemos no grande conflito. Simplesmente não podemos esperar mais. Precisamos agir agora.

Eles me dizem que é magia negra, que há algo de errado nele. Mas eles estão só irritados que a solução vem da fé, não da sua ciência. Eu lhes pergunto: este ritual requer torturar crianças? Requer sacrificar vidas conscientes? Não. Ao contrário da ciência deles, este ritual não derrama sangue. Este ritual é puro. Apenas fé e música - haveria um indicador mais puro de intenção benigna?

Então que reclamem. Que protestem. Vamos salvar o povo. Eu vou agora para criar um novo futuro, livre de grilhões, onde poderemos forjar o nosso próprio destino.

Página de diário suja 1[editar | editar código-fonte]

Eles dirão que o ritual deu errado.

Mas não deu.

Estava errado em presumir que não haveria sacrifícios. Todo progresso requer sacrifício. Como podemos forjar um novo futuro se não conseguimos nos desapegar do passado?

Mas funcionou.

Estou livre.

Não sinto mais a atração. Não estou mais acorrentado à pedra. Posso fazer o que quiser. Posso agir como desejar. Estou livre.

Página de diário suja 2[editar | editar código-fonte]

A salvação não vem da luz, mas da escuridão. Temos medo do escuro porque ele nos mostra que nada está escrito em pedra, nada está determinado. A escuridão nos mostra que o mundo pode ser qualquer coisa, qualquer coisa que desejarmos, ao passo que a luz simplesmente diz:"é assim que as coisas são". A luz é uma mentira. São novas correntes que nos aprisionam no mundo como ele é. Mas a escuridão nos diz: "transforme o mundo naquilo que ele deve ser".

Senti Sua presença nas sombras. Ele estendeu uma mão forjada com pedra preta, e Ele arrancou as correntes da minha alma. Então Ele colocou a mão no meu coração e fez um corte no meu peito. Deveria ter doído, mas não houve dor, apenas intento. Coloquei a mão dentro do meu próprio peito e tirei o meu coração, pois não precisava dele. Tirei meus pulmões, pois não estava mais restrito ao ar. Coloquei dentro de mim um pedaço do mundo dele, pois só assim eu poderia ser verdadeiramente livre.

Página de diário suja 3[editar | editar código-fonte]

Retornei um novo Kranon, não mais aprisionado pela velha religião esquecida, não mais escravizado por deuses indiferentes. Agora sou Sua voz neste mundo, Seu Embaixador.

Vou disseminar Sua mensagem.

Vou salvar a todos.

E pensar que eu havia hesitado...

Diário da revelação 1[editar | editar código-fonte]

Sei o que deu errado antes, o motivo de só termos conseguido ver de relance a Sua magnificiência. O ritual era imperfeito, rápido demais, simples demais, pequeno demais. Era óbvio, é claro - a grande música desenvolve o seu crescendo, sem exigi-lo imediatamente.

Preciso encontrar os instrumentos. Preciso do coro certo. Não só composto por indivíduos dragonkin, mas também por outros cuja a vida os decepcionou. Outros dispostos a ter uma visão mais abrangente das coisas, a ver a solução para os nossos problemas. Outros que precisam ser salvos.

Taraket já está comigo. Meu amigo mais antigo. Ele também foi abençoado por Sua generosidade, e a nós dois foi concedida a vastidão dos oceanos, onde talvez possamos juntar um novo rebanho. Juntos exploraremos as estrelas e buscaremos aqueles que possam ser afastados da luz.

Diário da revelação 2[editar | editar código-fonte]

Vou reunir os perdidos e abandonados, aqueles cujas casas foram tomadas, mas que já são abençoados, aos Seus olhos. Vou reuni-los e trazê-los aqui, para serem uma força que o ritual possa invocar.

Aqueles que foram expulsos do seu mundo por verem a verdade das coisas. Os formadores de almas e os imortais. Eles vão fortalecer o ritual e permitir que a harmonia ressoe pelos planos.

Aqueles que tinham tudo, mas perderam. Eles andam pelo mundo vestindo máscaras, fingindo. Vou deixar seu secretismo encobrir o ritual até que seja tarde demais para ser interrompido.

Aqueles que chegam por sua própria vontade entram nas sombras. Aqueles que veem a marca da corrupção no mundo e desejam ver a verdade. Eles serão a minha voz, com a qual irromper no paraíso.

Um pergaminho de papiro encantado[editar | editar código-fonte]

Este Embaixador apresenta um espécimen bastante intrigante. É claramente poderoso e profundamente devoto à sua divindade sem nome, mas também está claramente morto. Mas também não está. Não são restos mortais animados, tenho razoável certeza, mas certamente não está vivo. É fascinante o bastante para despertar meu interesse, mas talvez o mais intrigante de tudo seja a alma.

A alma é brilhante e vivaz, um belo exemplo de algo que viveu muito bem. Mas o mais intrigante é que há um buraco no padrão da alma. As almas são como um líquido: qualquer dano causado acaba fluindo de volta a forma coesa, talvez com algumas cicatrizes, mas completa. Mas esta alma é diferente: é como se um pedaço dela estivesse faltando, e um vazio a tivesse preenchido, evitando a sua reconstituição.

É mesmo bastante notável. As implicações são fascinantes, e confesso que adoraria saber mais.

Mas talvez o mais notável seja a oferta que ele fez a mim.

Reformar a Casa Charron e retomar meu posto de um dos lordes Magistrados do meu lar.

Esta oferta naturalmente é atraente, mas o que me impressiona mais é que tenha o conhecimento para fazer tal oferta. Poucos sequer conhecem a Casa Charron, que dirá se importam em restaurá-la. Menos pessoas ainda saberiam da minha ligação com ela, pois faz muitos séculos que pisei em Teragard. Mas esta criatura, este Embaixador, simplesmente apareceu para mim e ofereceu esta barganha.

Os termos? São tão simples. Ele só precisava de almas - almas como energia, almas como baterias para um ritual em uma ruína há muito esquecida. Tenho muitas de sobra, e meu aprendiz vai começar a agir em breve, o que significa que haverá muitas para aproveitar. A oportunidade de restaurar minha casa, e ainda em troca de feitiçarias tão simples?

Como posso recusar?

Pensamentos demoníacos[editar | editar código-fonte]

Isto é humilhante. Ser rebaixado a isto, a barganhar com estas coisas nojentas e impuras. Meu exterior avêrnico coça muito, e um fogo arde em seu interior. Anseio me livrar dele, mas preciso suportar.

Mas então é isto. Nossos planos de evocar o ser de uma centena de mãos em Kalaboss fracassou por causa da intervenção dos guardiões de Guthix.

Talvez esse Kranon possa ter sucesso onde fracassamos. Se tiver, pegaremos o poder do ser de uma centena de mãos para nós, e o usaremos para recuperar a nossa terra natal que nos é direito. Então aqui me encontro, Yor'Ger, rebento de Infernus, me curvando e ajoelhando e implorando, um embaixador para os monstros.

Anotações em pedra preta[editar | editar código-fonte]

Um dia fomos grandes. Mas aquele mundo foi tomado de nós. Fomos quase esquecidos, abandonados nesse mundinho onde definhamos e nos escondemos. Ainda assim, Tezcasathla não nos abandonou. Em vez disso, recebemos dádivas, e para alguns de nós essas dádivas permitiram que saíssemos da luz ardente da superfície para vir para o subterrâneo, para o seu reino.

Aqui o Embaixador alega ser sua voz nesse mundo, embora ele chame Tezcasathla por outro nome. O estranho é que o nome não parece errado. ou teria Tezcasathla muitos nomes?

O Embaixador nos prometeu vingança e uma chance do nosso povo se erguer novamente e recuperar o mundo que foi tomado de nós. Seremos os seus punhos, suas garras e os dentes que vão estraçalhar o inimigo, e seremos a força que Tezcasathla utilizará para se ancorar ao mundo.

É justo que sejamos sua força. É justo que sejamos o seu poder. Pois somos o Mwanu e desconhecemos a fraqueza.

Diário Enegrecido[editar | editar código-fonte]

Então, o Tribunal enviou seus agentes para me auxiliar. Obviamente há algo maior acontecendo aqui, já que o Tribunal sempre acreditou estar acima dos meus métodos. Não faço parte das maquinações deles. Não desejo me submeter a Agnes ou seus agentes. Este é o meu mundo, e não vou deixar que o ocupem. Ainda assim, eles são úteis. Seu poder contribui para o ritual, e eu posso me utilizar da força do Tribunal para me ajudar a quebrar as paredes da nossa prisão.

Todos seremos livres.

Diplomacia Umbral: parte 2[editar | editar código-fonte]

Memorando ensopado[editar | editar código-fonte]

Mer lorde Taraket

Os monges de Aminishi estão pedindo para serem colocados mais longe da delegação dos Mwanu. Aparentemente os Mwanu ficam comendo seus funcionários e dificultando as coisas.

Talvez devamos colocá-los mais perto dos formadores de almas? Eles parecem ter características físicas semelhantes, o que poderia facilitar as coisas.

Aguardo sua sabedoria.

- Ekitus

Resposta rabiscada apressadamente[editar | editar código-fonte]

Ekitus,

Não me importa o conforto dessas coisas fracas e choramingonas. Elas estão aqui para auxiliar no maior feito de engenharia mágica que este mundo já viu. O conforto delas é irrelevante; o que importa é apenas a obediência.

Sugiro que levante o assunto com os Mwanu que seus hábitos alimentares estão causando atrasos no ritual. É bom lembrá-los das consequências das suas ações.

- Taraket

Pergaminho diplomático[editar | editar código-fonte]

Prezada Lady Himiko,

É com muito prazer que encontro você de novo. Faz mesmo muito tempo. Estou impressionado com o trabalho que você fez para criar uma ordem religiosa falsa tão magnífica e para convencê-los a serem tão fanáticos em prol de uma causa tão obviamente fantasiosa. Bem impressionante. Preciso marcar um jantar com você um dia desses para que possamos discutir suas técnicas em detalhes. Acredito que possamos aprender algo um com o outro.

Atenciosamente, Oreb, Magistrado da Casa Charron

Carta belamente escrita[editar | editar código-fonte]

Prezado Magister Oreb,

Você parece estar confuso. Não ofereço truques ou falsidades. A ordem oferece a verdadeira solução para a corrupção inerente aos nossos espíritos. Nossas almas são todas maculadas, e oferecemos o único método verdadeiro para purificá-las. Aqueles que me seguem o fazem porque veem a verdade, e estão dispostos a abraça-la. Atenciosamente,

Lady Himiko

Papiro diplomático[editar | editar código-fonte]

Prezada Lady Himiko,

Perdoe-me. Presumi que a razão, não a religião, guiava as suas ações. Considero a fé algo tão instável, algo tão vago e imensurável, e o seu efeito na alma - na minha experiência - é notavelmente limitado. De qualquer forma, se é algo que funciona no seu caso, não poderia censurá-la.

Atenciosamente, Oreb, Magistrado da Casa Charrom

P.S.: Suponho que esteja ciente de que há um espião na sua ordem?

Uma carta escrita com raiva[editar | editar código-fonte]

Caro Oreb,

Não há espiões na ordem. Você está enganado.

Atenciosamente. Lady Himiko

Impunidade diplomática[editar | editar código-fonte]

Prezada Lady Himiko,

Não? Então a proteção dos seus aposentos é intencionalmente imperfeita? Gostaria de explicar o motivo por trás disso? Qual seria a vantagem de permitir que o Mundo entrasse em seu refúgio?

Curiosamente, Oreb, Magistrado da Casa Charron

Uma carta de advertência[editar | editar código-fonte]

Prezado Lorde Embaixador,

Você foi descoberto. Há um traidor entro os aminishianos, e ele informou do Mundo. Recomendo cautela, pois do Mundo é que qualquer outra alma que encontrei até agora. Já me derrotou várias vezes e continuará fazendo isso até o ritual ser concluído pelo deus morto Guthix de uma forma que não compreendo ainda. Será imune às suas sutis manipulações, e será preciso mais poder do que você espera para destruí-. Não subestime.

Respeitosamente, Oreb, Magistrado da Casa Charron

Uma carta para ninguém[editar | editar código-fonte]

A Guardiã do Mundo?

Será que isso significa (nome do jogador)? Tenho sonhado com esse nome há séculos, um pesadelo que distorce até meus sonhos e transforma minhas preces mais profundas em maldições. São avisos, talvez, do meu lorde. Para não ser complacente? Para não me deixar levar pela confiança excessiva do meu povo?

Vou me preparar, portanto. Vou evocar um leviatã e darei a ele as bençãos do meu lorde. Taraket vai levantar um exército morto-vivo, e eu vou preparar todos os meus seguidores para se defenderem quando chegar.

O ritual não vai fracassar.

Uma página de diário odiosa[editar | editar código-fonte]

O ritual está alcançando seu crescendo. A harmonia está se desenvolvendo. Está sendo formando a tanto tempo que mal posso acreditar.

Passei séculos criando as cavernas para ecoar as músicas adequadamente. Cravei as runas nas rochas para serem como o coral que cobre as profundezas do oceano. Criei um exército de mortos-vivos, e coloquei cada um deles em pontos-chave ao redor do ritual, para que os fragmentos que restam de suas almas atuem como uma lente que amplifica a redireciona as energias do ritual. Dez mil almas foram trazidas do mundo do além, cortesia do nosso aliado teragardiano, e foram forjadas em grandes lâminas para cortar as paredes deste universo.

Se ao menos Kerapac pudesse ver isto agora, o quão imponente é a sua ciência.

A fé é o verdadeiro poder.

E, com essa fé, vamos abrir uma passagem para o paraíso, e atrairemos o olhar Dele para nós.

Uma página vazia[editar | editar código-fonte]

Não importa o que vai acontecer hoje. Você já os desapontou.