Transcrição de O Livro de V

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Capítulo 1[editar | editar código-fonte]

Em breve voltarei à minha terra natal. Pelo que fiquei sabendo, precisam muito de minha orientação. A guerra dos deuses recomeçou, e Guthix pereceu. Apesar de respeitá-lo muito, agora posso ver que sua posição passiva não trouxe nada além de corrupção e ruína. Eu deveria ter voltado mais cedo e o convencido a usar seus poderes em nome do heroísmo, mas não ia quebrar meu juramento, nem mesmo para isso.

Pelo que posso ver desta distância, parece que meu mundo e meu povo enfrentam perigosas ameaças. Não só aquele pregador santarrão do Saradomin apareceu, como também um novato chamado Sliske incitou os deuses a entrarem em uma grotesca exibição de poder. Além disso, já dá para ver que uma joia perfeita como Guilenor logo atrairia a atenção de forasteiros. Aquela monstra brutal, Tuska, não vai ignorar esse prêmio por muito tempo. A Rainha das cinzas não vai demorar para recrutar os oprimidos para a sua causa infernal. Posso até sentir os rebentos de Xau-Tak se enraizando em algum lugar do mundo. Todas essas máculas precisam ser purificadas!

Antes de começar, devo arquitetar meu plano de como defender meu povo e os habitantes do mundo.

Capítulo 2[editar | editar código-fonte]

Em primeiro lugar, precisarei melhorar a qualidade dos mortais disponíveis. Até os Fremennik se tornaram indolentes e preguiçosos comparados aos heróis de antigamente. Um retorno aos modos antigos, juntamente com um regime de treino pesado logo vão corrigir isso. O Clã Lunar também precisa passar da contemplação para magias guerreiras. Sinto-me confiante de que muitos se tornarão poderosos guerreiros-magos.

O recrutamento não vai ser problema. Minha força pessoal, juntamente com minha compaixão (algo com o qual eles não estão acostumados), me trarão muitos adeptos. Os ogros e os trolls talvez sejam mais difíceis, mas posso direcionar os heróis deste mundo para eliminar a concorrência.

À medida que a guerra dos deuses se prolongar, não será difícil encontrar mais indivíduos para formar meu exército. Os desprovidos e os vingativos também poderão expandir as minhas forças.

Capítulo 3[editar | editar código-fonte]

Também precisarei formar uma coalizão de deuses menores para fazer oposição aos mais poderosos. Esse plano já deu certo em diversas ocasiões e me servirá novamente. À medida que os deuses superiores se destruírem, eles criarão oportunidades para atacarmos. Eu e meus companheiros aproveitaremos essas oportunidades.

Para trazer esses outros deuses para o meu lado, precisarei empregar artimanhas e minha habilidade política. Se eu atrair as forças de deuses maiores para conflitos com os mais relutantes, eles não poderão recusar uma aliança comigo. Como líder na frente de batalha, eu garanto sua amizade e confiança. Com essas duas armas à minha disposição, devo poder executar uma versão mais apropriada do plano de Guthix. Os deuses serão varridos do mundo, o que incluirá, infelizmente também meus aliados. Naturalmente, vou ter que fingir a minha morte nas mãos do último a ser destruído, mas minha "morte" estimulará minha vitória final. Obviamente, vou ter pensar numa nova versão do discurso "continue o meu legado, meu povo".

Capítulo 4[editar | editar código-fonte]

Com sorte, isso vai nos deixar um mundo livre de deuses, cheio de heróis libertos da decadência da presente civilização. Isso vai me permitir viajar para outros lugares antes que comece a sentir falta das minhas andanças. Apesar de querer muito me estabelecer como residente permanente do meu mundo natal, isso iria contra o espírito dos ideais de Guthix, além de impossibilitar a realização de muitas boas ações.

Se eu me fingir de morto, não terei que responder a mais pedidos de ajuda, a não ser os mais desesperados. Retornar em um clarão de glória, como uma fênix renascida das cinzas, satisfaz minhas sensibilidades dramáticas. Se eu agir rapidamente, talvez possa até ir conferir os avanços dos deuses de fora.