Transcrição de O Livro de Zaros

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Capítulo 1[editar | editar código-fonte]

De Ayanetka, Arcebispo de Senntisten, para os bispos de Zaros,

Descrições conflitantes dos eventos recentes se acumulam. Sou o primeiro entre os humanos na visão do nosso senhor Zaros e testemunha desses eventos. Escrevo-lhes a verdade.

Zamorak atacou Zaros com um cajado roubado de outro deus e nosso senhor Zaros desapareceu nas sombras. Zamorak - na maior das blasfêmias - declarou que Zaros havia sido assassinado e que ele próprio se tornara um deus. Os servos do usurpador derrotaram os fiéis seguidores de Zaros e tomaram o palácio divino. Escrevo do Palácio de Nex, onde ela e Azzanadra estão planejando um contra-ataque.

Não acreditem nas mentiras de Zamorak e não se desesperem. Lembrem-se das lições de Zaros e exerçam controle: primeiro sobre si mesmo e, em seguida, sobre suas congregações. Zamorak e sua horda adotaram e aqueles que o fazem se destruirão rapidamente. Devemos ser fiéis aos ensinamentos de Zaros: controle sobre os inferiores e respeito aos superiores.

Nosso deus não está morto. Ele reinará do Reino das Sombras até que retorne para destruir o usurpador. Não fomos abandonados. Não tenho dúvidas de que ele enviará um sinal.

Capítulo 2[editar | editar código-fonte]

De Dagroda, Sacerdote - Rei de Senntisten para os comandantes do exército de Zaros.

Por uma centena de gerações, protegemos a Cidade Sagrada contra os exércitos do usurpador e dos outros deuses. Sós frente aos exércitos deste mundo em guerra, lutamos sem a presença de nosso deus, mas ainda assim, permanecemos vitoriosos.

Mas agora nossa cidade se vê diante de uma ameaça sem precedentes. Os exércitos de Zamorak e Saradomin se aproximam ao mesmo tempo, cada um maior do que qualquer outro exército que esta cidade expulsou no passado. As tentativas de Wahisietel de jogar um exército contra o outro foram infrutíferas.

É com tristeza que decreto que abandonaremos a Cidade Sagrada e nos refugiaremos na fortalezas de Carrallangar, Dareeyak e Ghorrock. Esta será uma difícil transição e a disciplina será essencial. Os enfermos e idosos não poderão viajar para o norte. Eu autorizo o uso de todos os meios necessários para controlar a população civil.

Lembrem-se, nosso deus não está morto ele governa do Reino das Sombras. A queda de Senntisten é parte do plano dele. Ele não nos abandonou e enviará um sinal em breve.

Capítulo 3[editar | editar código-fonte]

De Lamarinta, matriarca de Ghorrock, para o povo de Último Enclave.

Regozijai-vos, irmãos e irmãs! Os boatos são verdade - Ali, o Sábio, viajou do sul para confirmar. A Guerra dos Deuses terminou. Guthix, o deus do equilíbrio, despertou e expulsou os outros deuses de Guilenor.

Restaram apenas uma centena de nós, sendo molestados pelos exércitos dos deuses inferiores e forçados a manter nossa fé em segredo. Apesar disso, nos superamos. A Guerra dos Deuses terminou e ainda existem devotos de Zaros em Guilenor.

Vocês não percebem? Enquanto os outros deuses se exauriam com a guerra e eram expulsos, nosso senhor Zaros aguardava por sua oportunidade no Reino das Sombras. Agora ele pode emergir e reclamar sei reino, e nós - que mantivemos a fé - estaremos ao lado dele!

Regozijem-se! Nosso deus está a caminho. Nosso deus está a caminho. Não fomos abandonados, e aguardo ansioso por seu retorno.

Capítulo 4[editar | editar código-fonte]

Diário pessoal de Amélia de Avarrocka, último membro da Ordem Esotérica do Lorde Vazio.

Em minha vida, apenas ensinei a quatro aprendizes, e cada um deles foi vítima de violência ou doença antes de passar o conhecimento para outro aprendiz. Agora, me encontro confinada em minha pequena cama e sei que é onde morrerei.

É preciso muita força de vontade para não entrar em desespero. Será possível que serei a última de uma linhagem que remonta aos Arcebispos de Senntisten?

Não só é possível, é um fato. Ainda assim, desespero não é meu único sentimento, já que tive uma visão de Zaros:

Vi um salão com um trono, no qual não havia luz direta, somente camadas de sombra. Não avistei ninguém no salão do trono, mas sabia ser um lugar de grande poder. O trono estava vazio, mas era o vazio que reinava: meus deus - o Lorde Vazio.

Finalmente, eu havia entendido. Quando um lorde não tem servos, ele não pode ser traído. Zaros retornará, mas não reinará como um rei em um palácio, mas como um poder desconhecido por trás de tudo. Se ele precisar de seguidores, escolherá apenas uns poucos seres poderosos. Ele não precisará do pouco que restou de seu primeiro império, cuja única virtude é ter mantido sua fé.

Morro em paz. Zaros - em toda a sua sabedoria - me abandonou.